|
A produção de cachaça na Vale Verde teve início em meados da década de 80,
quando foram criadas as marcas de cachaça "Vale Verde" e "Minha Deusa".
São inúmeros os motivos para a cachaça possuir tanta qualidade. Além de sofrer
processos de fermentação e destilação que são usados na fabricação de uísques finos, a cana que é utilizada na produção das bebidas está
plantada em um solo rico em calcário, que contribui para acentuar o sabor e deixar a cana com a textura ideal, o que resulta no ótimo sabor do
produto final.
As duas marcas passam pelo mesmo processo de fabricação. No entanto, possuem características bem diferentes. A
"Vale Verde" é envelhecida por três anos em barris de carvalho europeus, o que lhe confere uma cor dourada e sabor suave. Mais
de dois mil barris ficam armazenados no galpão, que tem cerca de 100 metros de comprimento. Para garantir a qualidade da bebida, os tonéis
são mantidos sob temperatura e umidade do ar controladas por um sistema interno de circulação de água.
Já a cachaça "Minha Deusa" é engarrafada logo após a produção.
Ao contrário da "Vale Verde", essa não é envelhecida e é comercializada logo após a produção.
O cuidado e a dedicação na produção das bebidas rendeu à Vale Verde a
liderança no mercado de cachaças artesanais do Brasil, além de tornar a marca em uma referência de qualidade no exterior. Por ano, são
produzidos mais de 150 mil litros de bebida.
Ao contrário de outros lugares, tudo na Vale Verde é reutilizado. O bagaço da
cana é usado na alimentação das cadeiras, o álcool não aproveitado para a aguardente é modificado para uso nos veículos da fazenda e o
carvão, que é usado para filtrar a cachaça, é fabricado a partir de uma plantação de pinheiros própria da Fazenda.
|