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Monumento dos Imigrantes |
Os primeiros moradores do então chamado Campo de Vacarias foram familiares de
José Antonio Pereira, um fazendeiro que deixou o Triângulo Mineiro em busca de terras férteis para lavoura e pecuária. Em 1875, quando
chegaram à região, encontraram os sítios de Manoel Vieira de Souza e José Neponucemo, que já estavam estabelecidos no local.
A cidade de Campo Grande nasceu da união destas famílias, que iniciaram o
povoamento do lugar. Dois anos depois, em 1877, ficava pronta uma igreja bem rústica, construída com taipa e com telhas de barro. A partir de
1879, migrantes do interior de Minas Gerais passaram a se estabelecer nas fazendas próximas e o pequeno povoado começava a crescer.
As ruas ganhavam casas de comércio e atraíam os fazendeiros do interior, que
escolhiam a vila para discutir e resolver problemas da comunidade. Finalmente em 1899, Campo Grande foi elevada a município e tornou-se um
centro de comércio de gado.
Nas primeiras décadas do século XX, o governo estimula a vinda de migrantes,
oferecendo terras e benefícios para promover o povoamento local. Com a implantação da estrada de ferro que ligava São Paulo a Corumbá, em
1914, o fluxo migratório cresceu ainda mais. Em 1920, com a instalação da base militar do Exército brasileiro e a construção de colégios por
padres franciscanos, a cidade passa a se destacar como um importante centro no sul do Mato Grosso.
Em 1930, Campo Grande possuía 12 mil habitantes, bancos, correios, água, esgoto,
luz elétrica e telefone. Na época, os moradores apenas sonhavam com a divisão do Estado do Mato Grosso, que tinha Cuiabá como capital. Somente
em 1977 é criado o novo Estado do Mato Grosso do Sul, que elege Campo Grade como capital.
A "Cidade Morena", como é conhecida, está exatamente no centro do novo
Estado. Possui clima tropical e boa estrutura turística, com hotéis e restaurantes de nível internacional, pois é a porta de entrada para
viajantes que desejam conhecer o Pantanal. |