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A pesca é muito praticada em todo o Estado de São Paulo. Além de ser importante
economicamente, é uma atividade de lazer apreciada especialmente no interior do estado, até em virtude da abundância de rios, lagos e igarapés.
Muitos rios se destacam pela quantidade de peixes e, até mesmo, pela emoção na captura dos pescados.
Rios como Paraná, Rio Grande, Mogi-Guaçu, Pardo, Paraíba do Sul, Paranapanema,
Piracicaba, Atibaia, Turvo, Ribeira do Iguape, Sapucaí, Iguaçu, entre outros, apresentam um imenso acervo de espécies. Um dos peixes mais
apreciados pelos pescadores locais é o Dourado, que chama a atenção principalmente por seus saltos magníficos e pela esplendida coloração. No
entanto, outras espécies são muito conhecidas e também dão o ar de sua graça. Bagre, Carpa, Pintado, Piau, Jaú, Mandi, Tilápia, Curimbatá e
Lambari, Jurupoca, Tambaqui, Barbado e muitos outros mostram que há uma real diversificação de peixes.
Não há como um pescador não se sentir um indivíduo privilegiado, que, além disso,
tem a liberdade para escolher seus próprios equipamentos e iscas. É permitida a pesca profissional e amadora nos rios de São Paulo na modalidade
desembarcada, que utiliza somente linha de mão ou vara, linha e anzol, caniço simples ou com molinete/carretilha. Podem também ser usadas iscas
artificiais providas ou não de garatéias.
Deve-se respeitar a Piracema, que é o período de reprodução dos peixes. A proibição
da atividade pesqueira nesta época do ano é determinada por lei e quem desrespeitá-la pode sofrer graves punições, pois as espécies ficam
desprotegidas e, de alguma forma, devem ser preservadas.
O Ibama, através de seu PNDPA (Programa Nacional de Desenvolvimento da Pesca
Amadora), afirma que a pesca amadora é uma atividade de baixo impacto ambiental e que também deve ser usada para conscientizar os pescadores
sobre a conservação do meio ambiente. Além disso, o ato de pescar e soltar os peixes, representa não apenas a garantia de vida das espécies, como
também o turismo na região, outro fator muito importante. |