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Ruínas da Igreja Nossa
Senhora do Rosário |
Os primeiros
exploradores chegaram ao local em que hoje encontra-se Sabará em meados da
década de 1550. Eram bandeirantes em busca de ouro e riquezas. Próximo à Serra
do Taquaril, havia um excelente lugar para a implantação de roças, além de
fontes de água. Além do clima agradável e solo fértil, o rio que cruza a região
podia ser atravessado a pé naquele ponto.
Com o passar do
tempo, o lugar foi ganhando pequenos comércios e transformou-se em ponto de
parada dos bandeirantes. A Vila Real de Nossa Senhora da Conceição do
Sabará surgiu somente em 1711, época em que a exploração do ouro na região de
Minas era grande. Pequenos arraiais foram reunidos para formar este povoado.
O fundador de Sabará foi Manoel de Borba Gato, genro de Fernão Dias. Depois
da morte do sogro, ele continuou a busca por riquezas e foi o primeiro a
encontrar ouro nas margens do Rio das Velhas. Morou grande parte da vida no Arraial
de Sant'Ana, que hoje pertence à cidade.
Em 1714, Sabará
era uma comarca que fazia divisa com a Bahia, Pernambuco, Goiás, Espírito Santo
e Rio de Janeiro. Em 1719, Vila Real de Sabará possuía 127 lojas e vendas, além
de 5.771 escravos. Todavia, o povoado não foi somente um dos maiores centros
comerciais da época colonial, era também um importante centro de tratamento de
ouro do País. Sabará ganhou a Casa de Fundição, hoje Museu do Ouro, e a Casa da
Independência na década de 1920.
Mais de cem anos
depois, Sabará foi reconhecida como cidade, em 1838.
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