| Santo Amaro da Imperatriz - História |
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Santo Amaro da Imperatriz |
Santo Amaro da Imperatriz foi colonizada depois da descoberta da fonte de águas
termais por caçadores, em 1813. A região era anteriormente habitada por índios agressivos, então o Governo Imperial mandou uma tropa militar
para o local, na tentativa de apaziguar os ânimos, e logo em seguida, em 1818, ordenou a construção de um hospital ali, já que a água tinha
propriedades medicinais.
Além do hospital, foi construído também um prédio com quartos e banheiras para
os visitantes que chegavam ao povoado em busca de cura para seus males. Em 1845, dom Pedro II e Dona Teresa Cristina visitaram as termas e, em
homenagem à Imperatriz, a vila que se chamava Caldas do Cubatão adotou o nome Santo Amaro da Imperatriz. E assim permaneceu até a década de
1940, quando houve uma tentativa de mudar novamente o nome da cidade. Em vez de Santo Amaro da Imperatriz, o local mudou o nome para Cambirela,
por causa do Morro Cambirela. Obviamente, a população não se conformou com a nova denominação, que foi utilizada somente por quatro anos, sendo
posteriormente retomado o nome anterior.
Localizada à 30 quilômetros de distância de Florianópolis, Santo Amaro da
Imperatriz começou a crescer somente no final do século XVIII, com a chegada de famílias portuguesas e imigrantes europeus, que passaram a se
dedicar à lavoura e à construção de engenhos.
A economia de Santo Amaro da Imperatriz baseia-se na agricultura, com o cultivo de
batata, milho e tomate, e no turismo, atraindo milhares de turistas anualmente para a Estância Termal Caldas da Imperatriz. Na cidade também
existem empresas que engarrafam e vendem a água mineral. As bicas foram canalizadas e fornecem água aos arredores também. |